quarta-feira, 10 de setembro de 2014


Apple anuncia iPhones 6 com telas de 4,7 e 5,5 polegadas
Confirmando quase todos os rumores, a Apple anunciou nesta terça-feira o seu novo iPhone. Ou melhor, seus novos iPhones: a marca conta agora com dois modelos bem diferentes, sendo um o iPhone 6 com tela de 4,7’’, o menor, e outro o “gigante” iPhone 6 Plus com display de 5,5’’ – pouco mais do que o do novo Moto X, por exemplo.
Apesar dos tamanhos distintos, ambos os aparelhos carregam especificações similares, tendo como destaque o novo processador A8. Substituto do já surpreendente A7, o SoC de 2 bilhões de transistores e clock não especificado mantém a CPU de 64-bits. A GPU também não foi especificada, mas Phil Schiller, executivo da empresa, mencionou que ela terá desempenho 50% melhor do que a geração anterior. Em termos de consumo de bateria, a Apple mencionou que será "mais eficiente", mas não deu muito mais informações além de um tempo estimado maior de duração.
Mas o que isso significa, afinal? Que o desempenho rodando jogos e aplicações mais pesados, já bem satisfatório no modelo anterior, deve melhorar ainda mais, mesmo com as telas de maior resolução – agora, temos 1.334 x 750 pixels (326 ppi) para o iPhone 6 e 1.920 x 1080p (421 ppi e mais de 2 milhões de pixels, ou 185% a mais do que o iPhone 5s) para o 6 Plus.
Design – Do lado de fora, os dois modelos são bem similares, apesar do tamanho. O corpo metálico, agora com bordas mais arredondadas. Alto-falantes, como mostravam imagens vazadas, aparecem na parte inferior da carcaça, assim como os plugs para carregador e fone de ouvido. O iPhone 6 e o 6 Plus terão, respectivamente, 6,9 mm e 7,1 mm de espessura, ambos mais finos que o antecessor.
Novamente em comparação com o 5s, a parte traseira parece ter o adotado o metal como padrão e abandonado qualquer resquício de vidro – exceto pelo flash e pela lente da câmera, claro. Na parte frontal, por sua vez, o visual é quase o mesmo, embora a tela ocupe um pouco mais de espaço, aparentemente. Em cima, continuam a saída de som e câmera frontal, e embaixo está o botão Home tradicional ainda cercado pelo anel de vidro do Touch ID.
Software – Saindo do design, o sistema operacional é o iOS 8, como era esperado. O SO, que será lançado no próximo dia 17 de setembro para outros aparelhos da companhia, traz mudanças nas notificações, nos contatos, no Spotlight e na Siri, além de suporte a teclados de terceiros e aos padrões (ou protocolos) HomeKit e HealthKit, anunciados pela Apple no WWDC, evento para desenvolvedores realizados em junho deste ano.

Relógio inteligente Apple Watch: os segredos da coroa
Enquanto a maioria dos smartwatchs lançados até agora se baseou na experiência de uso de um smartphone, a Apple resolveu seguir o caminho tradicional e resgatou a experiência do relógio comum.
A maior evidência disso é a presença de uma coroa de controle na lateral, como nos relógios mecânicos. Obviamente ela não serve apenas para ajustar o horário. Ela também não tem nada de mecânica. A precisão é definida digital por infravermelho.
A coroa serve para complementar a tela sensível ao toque do relógio. Comandos como o zoom e rolagem por listas podem ser invocados ao girá-la. Ela também serve como atalho para voltar a tela inicial (home). Por exemplo, no aplicativo maps, gestos na tela arrastam o mapa enquanto a coroa controla o nível de zoom. Além da interface de toque tradicional a tela é capaz de reconhecer pressão. Isto abre a possibilidade para novos tipos de comando.
A Apple se preocupou tanto com a função básica de um relógio que o sistema foi sincronizado com servidores ligados a relógios atômicos – ntp como no Android Wear, para garantir precisão de até 50 milissegundos. Também foram criados vários tipos de faces para exibir o tempo e outras informações. A mais curiosa delas exibe a órbita dos planetas em tempo real.
O visual dos aplicativos lembra um pouco a implementação adotada pelo Android Wear. É claro que há diferenças sutis. E estas chamam atenção. É o caso da tela inicial, que exibe vários aplicativos ao mesmo tempo.
Mantendo a ideia do relógio como expressão pessoal, a Apple decidiu lançar seis variações possíveis do mesmo produto.  Serão dois tamanhos diferentes, cada um com três modelos distintos: Watch, Watch Sport e Watch Edition. É o material de construção que distingue cada modelo. O Apple Watch será composto por aço inoxidável,  o Watch Sport usará uma liga de alumínio e o Watch Edition ostenta uma cobertura de ouro de 18 quilates. Todos os três usam uma tela que é um cristal único de safira.
A pulseira padrão de 38 milímetros tem um mecanismo de encaixe que permite trocar a cor, a textura e o fecho de cada uma. Há uma variação para cada gosto. Isto também abre margem para terceiros fabricarem pulseiras, provavelmente mais baratas que a da Apple.
Por outro lado, o tradicionalismo acaba no formato da tela. Em vez de adotar um design circular, como no Moto 360, a Apple preferiu a tela retangular com cantos arredondados.
Embora a Apple tenha mantido a tradição da coroa o Watch não deixa de ser um relógio inteligente: ele também poderá ser controlado por voz através da Siri. Da mesma forma, o aplicativo de mensagens demonstra sofisticação de software na análise semântica dos textos exibidos pelo aparelho. Se por acaso o usuário recebe uma pergunta com duas opções, estas aparecerão nas opções de resposta rápida oferecidas pelo aparelho. Itens de perfumaria, como ícones animados complementam a solução.
A integração com outros aparelhos da Apple também promete ser útil. Qualquer foto marcada como favorita na galeria do iPhone será enviada automaticamente para o relógio. É possível que dois relógios deste tipo interajam por desenhos na tela.
Não ainda informações do tamanho do tamanho exato da tela e outros detalhes de configuração. Mas a empresa já fez questão de demonstrar seu processador exclusivo para o relógio, o S1. Vale lembrar que os smartwatches lançados até agora usam processadores projetados para smartphone – geralmente Qualcomm Snapdragon 400 ou 200. É possível que a presença de um SoC (System on a Chip) específico para relógios garanta um consumo menor de energia. No entanto, a Apple não divulgou sequer uma estimativa de duração da bateria do aparelho, o que é preocupante.
De qualquer maneira pelo menos carregar o aparelho será fácil. Ao invés de usar um conector micro USB como quase todos os outros, ele usa uma variação do magsafe, o conector magnético dos MacBooks. É uma disputa e tanto com o carregamento por indução do Moto 360.
Ainda falando de hardware interno,  o Watch terá um atuador linear que é capaz de causar vibrações, conhecida como resposta háptica. A aplicação mais comum deste componente é o aviso de notificação. A mais inteligente é o seu uso para navegação curva a curva no aplicativo Maps.
Outra promessa do Watch é a leitura de batimentos cardíacos mais precisa. Pela demonstração foi possível observar dois emissores e dois receptores de infravermelho que avaliam o fluxo sanguíneo. Por ora, o mecanismo duplo deve ser mais preciso que a concorrência.
Curiosamente a Apple não referencia específica a qualquer forma de vedação e proteção. Toda a maestria do design apresentado por Jonathan Ive pode ir por água abaixo caso você caia na piscina. Claro que esse é um ponto a ser confirmado.
É evidente que a Apple, com o lançamento de hoje, se prepara para atingir uma fatia do mercado de eletrônicos vestíveis. O Gartner prevê que este mercado atingirá em 2016 cerca de 5 bilhões de dólares. O mercado portanto é grande, mas a Apple só vai tentar garantir seu quinhão daqui a pelo menos três meses.
Vale ressaltar que a tecnologia vestível é também uma forma de quantificar o que fazemos. Isso poderá servir de insumo para um controle mais acurado de nossa saúde. Podendo, no longo prazo, prolongar ainda mais a expectativa de vida. Colaboram com esta visão os aplicativos Fitness App e Workout App. O primeiro é responsável por fazer o registro diário das atividades e o Workout estabelece metas de exercício físico para o usuário. A ideia é reproduzir algumas funções de um personal trainner, adaptando as metas de acordo com o desempenho físico.
Cinco smartphones da Apple suportarão o relógio. Por ele será possível acionar a câmera e controlar até o Apple TV.

Apple está preocupada com a bateria do Apple Watch

A Apple está preocupada com a bateria do relógio inteligente Apple Watch, que foi apresentado na última terça-feira (9/9) pela empresa. De acordo com o site re/code, que cita fontes anônimas próximas ao assunto, o atraso do lançamento do smartwatch para 2015 deve-se ao fato de que a autonomia de uso ainda não satisfaz as expectativas dos executivos da companhia: ela não seria diferente da encontrada em produtos concorrentes.
“Dura cerca de um dia atualmente”, segundo as fontes do re/code, que citam um esforço da Apple em fazer diversas modificações no relógio inteligente até 2015. A Apple não mencionou a estimativa de autonomia de bateria nem durante a apresentação de ontem nem em resposta a contatos da redação. 

A empresa se limitou a informar que “há muitas tecnologias novas dentro do Apple Watch e acreditamos que as pessoas irão adorar utilizá-lo o dia todo”. A recomendação é de que o aparelho seja plugado a uma tomada durante a noite — a transferência de energia ocorre por indução.
Artigos publicados pelo The Verge e peloTelegraph indicam que a bateria do Apple Watch será um fator determinante para o seu sucesso ou fracasso no mercado de relógios inteligentes.
O novo relógio inteligente tem conexão apenas com iPhones, a partir do modelo iPhone 5, exibe notificações do smartphone, tem um sistema iOS com interface adaptada e uma forma de navegação que usa uma coroa digital para rolar a tela para baixo ou para cima.
Além do Apple Watch, a companhia apresentou também dois novos modelos de iPhones, que têm tamanhos de tela diferentes — e maiores —, e uma solução de pagamentos móveis chamada de Apple Pay, que tem parceria com redes de varejo, fast food e com as processadoras de pagamentos American Express, Mastercard e Visa.

Carros que custam menos de R$ 30 mil

Muita gente acredita na possibilidade de comprar carros por menos de R$ 30 mil. Entretanto, hoje em dia não se compram carros tão “desprovidos” como era há pouco tempo. Na realidade no mercado brasileiro há uma diversidade de opções para o consumidor que não quer ou que não pode gastar muito (mas tem seus pontos fracos como veremos abaixo). No meio disso ainda temos o consumidor que quando quer adquirir um carrocompacto “quer porque quer” que esse modelo tenha itens e recursos de carros maiores. Mesmo que para isso tenham que gastar um pouco mais.
Devido a esse sucesso e exigências cada vez maiores em relação aos compactos surgiram novos veículos que chegaram ao mercado um pouco mais aprimorados. Isso incluiu um design mais moderno, cabines com acabamento diferenciado dentre outros itens e pontos. Entre aqueles que representam bem essa categoria podemos citar sem dúvida alguma o Ford Ka, o Hyunday HB20 e o VW Gol. Esses são alguns modelos que em uma época passada eram até mais acessíveis.
Porém, como dito no início há uma boa quantidade de veículos que custam menos de R$ 30 mil. Abaixo organizamos uma lista resumida de alguns deles. Confira:
- Chery Face:
Na verdade seu valor é menos do que R$ 30 mil. O modelo flex, por exemplo, sai por R$ 29.990 enquanto a versão que conta com um motor 1.3 movido a gasolina custa R$ 27.490. O carro ainda tem direção com assistência hidráulica, ar condicionado e sensor de ré. O problema é que o Face provavelmente deverá sair da cena automobilística nacional já que a marca planeja fabricação de modelos nacionais.
- Fiat Palio Fire:
Esse é um típico “carro pelado”. O modelo 1.0 com a carroceria da primeira geração custa R$ 24.490. Mas não tem nada mesmo! Isso inclui itens de entretenimento de série, conforto e por aí vai. A única coisa “boa” é o econômetro que mostra se o consumo está bom ou ruim.
- Nissan March 1.0:

Esse carro é fabricado no México e é bom que não o confundam com o New March que é produzido aqui no Brasil, começa com R$ 28.490. Mas, como a maior parte dos carros que custam menos de R$ 30 mil este também não é lá cheio de coisas dignas de nota. De série o modelo conta com coisas bem simples como alarme de advertência para chave no contato, computador de bordo com consumo e relógio, regulagem de altura apenas no banco do motorista e ar quente entre outros. Só que neste caso a marca apresenta cinco versões do modelo. A top de linha custa R$ 41.790 e é um 1.6 SR com câmbio automático.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Investidores da PT aprovaram, por larga maioria, os termos do processo de fusão com a operadora brasileira, após uma assembleia geral realizada em Lisboa.
Lisboa - A esmagadora maioria dos acionistas da Portugal Telecom (PT) aprovou esta segunda-feira os termos do acordo de fusão do grupo português com a brasileira Oi, depois de uma revisão do acordo que levará a PT a diluir a sua participação na Oi face à posição inicialmente prevista.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a PT informou que 98,25% dos acionistas presentes ou representados na assembleia geral desta segunda-feira deram um voto favorável aos termos definidos para o acordo de fusão entre a PT e a Oi. Na assembleia, em Lisboa, esteve representado 46% do capital da PT.
Embora vários acionistas de referência da PT, como a Ongoing e a Visabeira, tivessem já indicado que aprovariam a proposta da administração da PT, havia algumas dúvidas de que os novos termos da fusão pudessem convencer a maioria dos investidores.
A verdade é que a assembleia acabou por resultar numa aprovação maciça do acordo entre a PT e a Oi, mesmo com a companhia brasileira (dona de 10% da PT) impossibilitada de votar (por ser parte interessada na deliberação).
"Na sequência desta aprovação, foram assinados hoje os acordos que executam o Memorando de Entendimentos divulgado em 16 de julho de 2014, ficando a produção de efeitos dos mesmos sujeita à aprovação da permuta pela Comissão de Valores Mobiliários, conforme foi já anunciado", explica a PT no seu comunicado à CMVM.


O novo acordo de fusão acomoda a entrada da PT no capital da Oi, deixando à responsabilidade da PT e dos seus acionistas em Portugal o processo de recuperação da aplicação financeira feita no Grupo Espírito Santo, no valor de quase 900 milhões de euros.

Candidatos cobram apuração de denúncia de ex-diretor da Petrobras preso pela PF

O ex-diretor da Petrobras, conforme a revista Veja, aceitou um acordo de delação premiada, o que possibilita redução da pena para quem colabora com as investigações. Ele está preso sob a acusação de participar de um esquema de lavagem de dinheiro coordenado pelo doleiro Alberto Youssef.

Candidatos à Presidência da República defenderam a apuração sobre a notícia de envolvimento de políticos em esquema de propina na Petrobras. De acordo com reportagem da revista Veja, divulgada neste fim de semana, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato, revelou em depoimento à Polícia Federal nomes, entre outros, de parlamentares, ministro e ex-governadores que teriam participado do esquema em negócios da petrolífera com outras empresas.
Em campanha na cidade de São Paulo, a candidata à reeleição pelo PT, presidenta Dilma Rousseff, disse hoje (6) que precisa de dados oficiais para tomar providências cabíveis e não adotará medidas com base em especulação.
“Precisamos de dados oficiais a respeito dessa questão. A própria revista que anuncia esse fato diz que o processo está criptografado, guardado dentro de um cofre e que irá para o Supremo. Eu gostaria de saber direitinho quais são as informações prestadas nessas condições e asseguro que tomarei todas as providências cabíveis, mas não com base em especulações”, disse a presidenta, ao ser questionada por um jornalista, antes de participar de um encontro com mulheres.
Em Presidente Prudente, no interior paulista, o candidato Aécio Neves (PSDB) cobrou apuração do caso e punição para os envolvidos.
“É muito importante que essas investigações sejam aprofundadas, que os responsáveis por esses desvios sejam punidos, mas o fato concreto é que durante todos os últimos nove anos, o mensalão continuou a existir nesse governo. Agora, financiado pela nossa principal empresa pública, a Petrobras”, disse, conforme entrevista divulgada pela assessoria do candidato, que participou de encontro com lideranças do Pontal do Paranapanema.
Em atividade de campanha em Brumado, no interior da Bahia, a candidata Marina Silva (PSB) defendeu Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e então candidato pelo partido, que teria sido citado pelo ex-diretor, de acordo com a reportagem. Ela também defendeu apuração do caso.
“O fato de ter um empreendimento da Petrobras feito no seu estado não dá o direito de colocá-lo em uma lista dos que cometeram qualquer irregularidade. Nesse momento, todo o Brasil e todos nós aguardamos as investigações que estão sendo feitas dos desmandos da Petrobras, que estão ameaçando o futuro da empresa, o futuro do pré-sal. O atual governo tem que se explicar da má governança que fez na Petrobras, levando essa empresa, que sempre foi exitosa e respeitada dentro e fora do Brasil a quase que uma total falência”.
Em nota, o PSB disse que a reportagem faz uma "uma referência solta do depoente a Eduardo" e que vai requerer acesso ao depoimento integral do ex-diretor.
Já no Rio de Janeiro, a candidata Luciana Genro (PSOL) também cobrou investigação.
“É possível que seja de fato verdade. Nós sabemos que há uma relação promíscua entre os partidos, as empresas privadas e as estatais. Os políticos dos partidos tradicionais se utilizaram das empresas públicas como a Petrobras para fazer negócios, receber propinas e defender interesses privados. Evidentemente que isso precisa ser muito bem investigado”, disse a candidata, durante caminhada pela Feira do Lavradio, local que reúne grande número de vendedores de artesanato, no centro da cidade.
Segundo a revista, no depoimento, o ex-diretor mencionou o nome do senador Romero Jucá (PMDB-RR), como um dos envolvidos no esquema. Em nota, o senador nega ter recebido “qualquer contribuição de campanha e quaisquer outros recursos por meio do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa”. De acordo com Jucá, o relacionamento dele com o ex-diretor “sempre foi institucional”. “Todas as doações de campanha foram feitas respeitando a legislação e estão disponíveis para consulta”, diz a nota.
De acordo com a reportagem, o ex-diretor disse ainda aos policiais que o secretário nacional de Finanças do PT, João Vaccari Neto, atuava como intermediário do partido no esquema. Em nota divulgada hoje (6), o partido diz que “é absolutamente mentirosa a declaração de que tenha havido qualquer tratativa, seja pessoal, por e-mail ou mesmo telefônica, com o referido senhor a respeito de doações financeiras ou qualquer outro assunto. Vaccari Neto nunca esteve na sede da Petrobras. Ele não visita empresas estatais, pois são proibidas por lei de fazer doações eleitorais”, acrescentando que as prestações de contas do partido são regularmente apresentadas aos órgãos fiscalizadores.
Em comunicado, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que teria sido mencionado pelo ex-diretor conforme a revista, negou ter pedido ou recebido recursos. Segundo ele, as declarações "foram feitas em um processo de delação premiada, sem apresentação de provas. E delação premiada exige provas".
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, também citada, divulgou nota de repúdio em que diz nunca ter participado "de nenhum esquema de corrupção e muito menos solicitei ao ex-diretor da Petrobras recursos de qualquer natureza. Tomarei todas as medidas jurídicas cabíveis para resguardar minha honra e minha dignidade".

Amazon Fire Phone passa a ser vendido por US$ 0,99 nos EUA

Celular teve quase US$ 200 de redução em seu preço

Amazon reduziu o preço de seu smartphone, o Fire Phone, para US$ 0,99 centavos (próximo de R$ 2,24) na modalidade pós-pago nos Estados Unidos – tanto para os modelo de 16 gigabytes quanto para o de 32 GB.
Os novos valores já aparecem nesta segunda-feira na plataforma de comércio eletrônico da companhia. Antes, o celular era vendido a uma média de US$ 200, com contrato de dois anos com a operadora AT&T.
Com o contrato, o consumidor americano deve desembolsar US$ 18,75 por mês.
Para se ter uma ideia, a capa do Fire Phone já está mais cara que o próprio smartphone, saindo ao preço de US$ 11,99.
O motivo da redução de preço ainda não está claro, mas coincide com o anúncio do próximo smartphone da Apple, o iPhone 6, que deve ocorrer na próxima terça-feira. Apresentado pelo presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos, em junho deste ano, as estimativas apontam que o Fire Phone vendeu apenas 35 mil unidades no 1º mês.
O Fire Phone deve chegar a Europa ainda neste mês, no dia 30, no Reino Unido (pela operadora O2) e na Alemanha (pela Deutsche Telekom).

Ebola: Vírus que mata 90% dos doentes chegou à Europa em garrafa térmica em 1976

Frasco com amostra de sangue com 'doença misteriosa' foi enviado em voo comercial; vírus foi identificado e batizado por belga.Há cerca de 40 anos, um jovem cientista belga viajou para um parte remota da floresta do Congo com a tarefa de descobrir por que tantas pessoas estavam morrendo de uma doença misteriosa e aterrorizante.

Em setembro de 1976, um pacote com uma garrafa térmica azul havia chegado ao Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, na Bélgica. Peter Piot tinha 27 anos e, com formação em medicina, atuava como microbiologista clínico. "Era um frasco normal, como os que usamos para manter o café quente", lembra Piot, hoje diretor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
Mas essa garrafa não continha café. Em meio a cubos de gelo derretidos estavam frascos de sangue, com um bilhete.
Vinham de um médico belga que estava no então Zaire, hoje República Popular do Congo. Sua mensagem explicava que o sangue era de uma freira, também belga, contaminada por uma doença misteriosa.
A encomenda incomum tinha viajado da capital do Zaire, Kinshasa, em um voo comercial, na bagagem de mão de um dos passageiros. "Quando abrimos a garrafa térmica, vimos que um dos frascos havia quebrado e o sangue havia se misturado com a água do gelo derretido", disse Piot.
Ele e seus colegas não sabiam o quão perigoso aquilo era - à medida em que o sangue vazava na água gelada, um vírus mortal e desconhecido também escapava.
Os cientistas colocaram algumas das células sob um microscópio eletrônico e se surpreenderam. Era uma estrutura que lembrava a de um "verme gigantesco para os padrões virais", diz Piot, semelhante a apenas um outro vírus, o Marburg.
O Marburg havia sido descoberto em 1967, quando 31 pessoas tiveram febre hemorrágica na Alemanha e na Iugoslávia. O surto ocorrera entre pessoas que trabalhavam em laboratórios com macacos infectados de Uganda. Sete pessoas haviam morrido.
Piot entendia a gravidade do Marburg mas, depois de consultar especialistas, concluiu que o que estava vendo não era Marburg - era algo diferente, algo nunca visto.
"É difícil de descrever, mas eu senti uma empolgação incrível", diz Piot. "Me senti privilegiado, era um momento de descoberta."
'Adeus'
Os pesquisadores foram informados de que a freira no Zaire havia morrido. A equipe também soube que muitos estavam doentes em uma área remota no norte do país. Os sintomas incluíam febre, diarreia, vômito seguido de sangramento e, por fim, morte.
Duas semanas depois, Piot, que nunca tinha ido à África, pegou um voo para Kinshasa. A equipe viajou para o centro do surto, uma aldeia na floresta equatorial.
Quando o avião pousou em um porto fluvial no rio Congo, o medo da doença misteriosa era visível. Nem os pilotos queriam ficar por muito tempo - eles deixaram os motores do avião ligados enquanto a equipe descarregava seus equipamentos.
"Ao saírem eles gritaram 'Adeus'", conta Piot. "Em francês, as pessoas dizem 'au revoir' para 'até logo', mas quando eles dizem 'adieu' é como dizer 'nunca vamos nos ver novamente'."
"Mas eu não estava com medo. A excitação da descoberta e de querer parar a epidemia guiava tudo."
O destino final da equipe era a aldeia de Yambuku, sede de uma antiga missão católica. Nela, havia um hospital e uma escola dirigida por um padre e freiras, todos da Bélgica.
As freiras e o padre haviam estabelecido eles próprios um cordão sanitário para prevenir a propagação da doença.
Um aviso no idioma local, lingala, dizia: "Por favor, pare. Qualquer um que ultrapassar pode morrer".
"Eles já tinham perdido quatro colegas. Estavam rezando e esperando a morte."
A prioridade era conter a epidemia, mas primeiro a equipe precisava descobrir como esse vírus se propagava - pelo ar, nos alimentos, por contato direto ou transmitida por insetos. "Era uma história de detetive", diz Piot.
A equipe descobriu que o surto estava ligado a áreas atendidas pelo hospital local e que muitos dos doentes eram mulheres grávidas na faixa de 18 a 30 anos. Em seguida, perceberam que as mulheres que passavam por consulta pré-natal recebiam uma injeção de rotina.
Todas as manhãs, apenas cinco seringas eram distribuídas e as agulhas eram reutilizadas. Assim, o vírus se espalhava entre os pacientes.
A equipe também notou que os pacientes ficavam enfermos depois de ir a funerais. Quando alguém morre de ebola, o corpo está cheio de vírus - qualquer contato direto, como lavagem ou preparação do corpo sem proteção, apresenta um risco grave.
O passo seguinte foi interromper a transmissão do vírus. As pessoas foram colocadas em quarentena e os pesquisadores ensinaram como enterrar corretamente aqueles que faleciam por causa do vírus.
O fechamento do hospital, a quarentena e as informações para a comunidade levaram ao fim da epidemia. Mas cerca de 300 pessoas já tinham morrido. Piot e seus colegas decidiram dar ao vírus o nome de um rio, o Ebola. "Nós não queríamos batizá-lo com o nome da aldeia, Yambuku, porque é tão estigmatizante. Ninguém quer ser associado a isso", diz Piot.
Em fevereiro de 2014, o pesquisador foi a Yambuku pela segunda vez desde 1976, por ocasião de seu 65º aniversário. Ele encontrou Sukato Mandzomba, um dos poucos que pegou o vírus em 1976 e sobreviveu. "Foi fantástico, muito emocionante", contou.
Naquela época, Mandzomba era enfermeiro no hospital local. "Ele agora está coordenando o laboratório lá, e é impecável. Fiquei impressionado", disse Piot.
'Doença da pobreza'
Passaram-se 38 anos desde o surto inicial e o mundo está vivendo a pior epidemia de ebola que já ocorreu. Mais de 600 pessoas morreram nos países africanos da Guiné, Libéria e Serra Leoa.
Na ausência de vacina ou tratamento, o conselho para este surto é quase o mesmo da década de 1970. "Sabão, luvas, isolar pacientes, não reutilizar agulhas e deixar em quarentena os que tiveram contato com as pessoas que estão doentes. Em teoria, deveria ser muito fácil para conter o ebola", avalia Piot.
Na prática, porém, outros fatores dificultam a luta contra um surto. Pessoas que ficam doentes e suas famílias podem ser estigmatizados pela comunidade, resultando em uma relutância para ajudar. As crenças levam alguns a confundir a doença com bruxaria. Pode haver ainda hostilidade para com os trabalhadores de saúde.
"Não devemos esquecer que esta é uma doença da pobreza, dos sistemas de saúde deficientes -e de desconfiança", diz Piot.
Por isso, informação, comunicação e envolvimento de líderes comunitários são tão importantes quanto a abordagem médica clássica, argumenta.
O ebola mudou a vida de Piot: após a descoberta do vírus, ele passou a pesquisar a epidemia de Aids na África e se tornou diretor-executivo fundador da organização Unaids.
"O ebola me levou a fazer coisas que eu pensava que só aconteciam nos livros. Isso me deu uma missão na vida para trabalhar nos países em desenvolvimento", diz. "Não foi só a descoberta de um vírus, mas também de mim mesmo."

Ebola: EUA enviam hospital de campanha para Libéria

Exército americano irá levar hospital com 25 leitos para Monróvia.
Barack Obama prometeu recursos para ajudar no combate à epidemia.

O Exército americano enviará um hospital de campanha para as equipes de Saúde que tratam dos pacientes com ebola na Libéria, informou o Pentágono nesta segunda-feira (8).

A iniciativa é parte da promessa feita pelo presidente Barack Obama de ampliar o apoio logístico do Exército americano aos países afetados pela epidemia.
"Enviaremos um hospital de campanha de 25 leitos para Monróvia, na Libéria", afirmou o porta-voz do Pentágono, coronel Steven Warren.
Segundo Warren, o objetivo é oferecer "uma instalação que possa ser usada pelas equipes de saúde na região afetada, caso eles fiquem doentes".
O material será enviado "rapidamente", completou o porta-voz.
O Pentágono esclareceu que nenhuma outra iniciativa está em andamento.
Em entrevista divulgada na quarta-feira passada, 3 de setembro, Barack Obama anunciou que enviará recursos militares, incluindo unidades de quarentena, para ajudar os países africanos a lutar contra o vírus.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 4 mil pessoas já foram infectadas desde o início do ano e mais de 2 mil morreram.
Os três países mais afetados são Guiné, Serra Leoa e Libéria. Também foram registradas mortes na Nigéria e, no Senegal, um caso de infecção foi confirmado.

Chile diz que explosão no metrô de Santiago foi 'ato terrorista'

Nove pessoas ficaram feridas na estação Escuela Militar.
Extintor com pólvora explodiu dentro de cesto de lixo, dizem fontes.

O governo do Chile condenou a explosão no metrô de Santiago nesta segunda-feira (8) e a classificou como "ato terrorista", informa a agência de notícias France Presse.
"Pessoas inocentes foram afetadas por este ato terrorista. O governo vai recorrer à Lei Antiterrorista", afirmou  o porta-voz do governo chileno, Álvaro Elizalde.

A explosão ocorreu por volta das 14h locais (mesmo horário no Brasil) na estação Escuela Militar, no bairro de Las Condes.

"Às 14h um artefato explosivo foi detonado no centro (mini-shopping center) ao lado da estação de metrô, e no momento as investigações estão sendo feitas para determinar a origem", afirmou Mario Rozas, chefe de comunicação da polícia.

Pelo menos nove pessoas ficaram feridas, algumas delas em estado grave. Um dos feridos é uma mulher que trabalha no serviço de limpeza do metro e teve os dedos de uma mão amputados, informa a Associated Press.
O comandante Ivo Zuvic García disse à imprensa que a explosão foi provocada por um artefato que estava dentro de um cesto de lixo perto de um estabelecimento que vende comida na galeria subterrânea que está conectada com a estação de metrô.

A estação foi fechada às 14h55 para facilitar a investigação policial, segundo informou o metrô de Santiago em sua conta no Twitter. A policia, os bombeiros e ambulâncias trabalham no local.

Mas o metrô estava operando normalmente após a explosão, embora a estação Escuela Militar estivesse fechada, afirmou a polícia.

O subsecretário do Ministério do Interior, Mahmud Aleuy, disse que dois suspeitos de ter responsabilidade no atentado fugiram em um carro, cujas características gerais foram identificadas.

Segundo o chefe dos bombeiros, os feridos têm idades que variam de 30 a 65 anos e foram levads a clínicas médicas das proximidades.

"Eu estava almoçando, ouvi o barulho e saímos para ver e vimos muita fumaça, pessoas correndo e gritando", disse Joanna Magneti, que trabalha no shopping center, à Reuters.

Neste ano, 28 bombas explodiram em diversos lugares da cidade, uma delas em outra estação de metrõ. Devido a uma intensa campanha policial os ataques diminuiram há cerca de um mês.

A Estação Escuela Militar têm várias galerias com comércio, entre eles postos de comida que são muito frequentados na hora do almoço.

O Chile comemora nesta semana o 41º aniversário do golpe militar de 1973, que removeu do poder o presidente socialista Salvador Allende. Tradicionalmente, a data é marcada por protestos que às vezes se tornam violentos.
Em julho, um artefato incendiário explodiu em um trem subterrâneo sem que ninguém ficasse ferido.

IFA 2014: primeiras impressões sobre o Sony Xperia Z3

IFA 2014: conferimos o que o Gear S tem a oferecer

Receita libera consultas ao 4º lote do Imposto de Renda 2014

Segundo o Fisco, mais de 2 milhões de contribuintes serão restituídos.
A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (8) as consultas ao 4º lote de restituições doImposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2014, além de lotes residuais de anos anteriores (para quem caiu na malha fina).

As consultas podem ser feitas no site da Receita.
Também podem ser realizadas pelo telefone 146 (opção 3) ou por aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).
Os valores das restituições serão pagos em 15 de setembro.
Valores e número de contribuintes
Segundo o Fisco, o quarto lote do IR 2014 pagará R$ 2,29 bilhões em restituições para 2,02 milhões de contribuintes.
Considerando os valores dos lotes residuais de anos anteriores, as restituições sobem para R$ 2,4 bilhões no lote deste mês, englobando 2,05 milhão de contribuintes, dos quais 32 mil são idosos e 3,46 mil possuem alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (no valor de R$ 168 milhões).
Regras de recebimento
Após o pagamento dos idosos e contribuintes com alguma deficiência física ou mental, ou moléstia grave, as restituições são pagas por ordem de entrega da declaração do Imposto de Renda – desde que o documento tenha sido enviado sem erros ou omissões. Geralmente, são sete lotes do IR em todos os anos, entre junho e dezembro. Em 2014, o Fisco recebeu 26,8 milhões de declarações do Imposto de Renda até 30 de abril, o prazo legal.
Contribuinte pode saber se caiu na malha fina
A Receita Federal lembra que os contribuintes que entregaram o IR 2014, ano-base 2013, e caíram na malha fina já podem corrigir eventuais pendências ou inconsistências em sua declaração.
Para conferir a situação da declaração e resolver possíveis problemas, os contribuintes devem entrar no site da Receita Federal na internet e buscar pelo e-CAC (Centro Virtual de Atendimento) do órgão. O sistema exige o uso de um código de acesso gerado na própria página da Receita, ou um certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR.
O acesso ao extrato também permite conferir se as quotas do IR estão sendo quitadas corretamente, além de identificar e parcelar eventuais débitos em atraso, entre outros serviços.
Caso as declarações tenham problemas, elas entram na malha fina do órgão, ou seja, ficam retidas, e não aparecem nos lotes de restituição até que tudo seja resolvido.
Veja o calendário de pagamentos das restituições do IR 2014:
- 1° lote, em 16 de junho de 2014
- 2° lote, em 15 de julho de 2014
- 3° lote, em 15 de agosto de 2014
- 4° lote, em 15 de setembro de 2014
- 5° lote, em 15 de outubro de 2014
- 6° lote, em 17 de novembro de 2014

- 7° lote, em 15 de dezembro de 2014

Supostas imagens de veleiro argentino desaparecido.



 Professora do menino Bernardo Boldriniem uma escola particular de Três Passos, Simone Muller foi a primeira testemunha de acusação a prestar depoimento na manhã de hoje (8), na segunda audiência do caso no Foro da cidade. A educadora afirmou que Bernardo nunca comentava o que acontecia na casa da família.
Segundo ela, o garoto tinha um "código de convivência" com o pai e com a madrasta e não podia falar sobre as brigas na residência da família. A única coisa que ele havia afirmado, de acordo com a professora, era que precisava fazer a própria comida quando queria jantar em casa.
Para a professora, a reação de Leandro Boldrini e Graciele Ugolini após o desaparecimento de Bernardo mostram que eles não estavam preocupados com o garoto. 
Simone também disse que a madrasta afirmou na escola que Bernardo tinha esquizofrenia. Para a professora, o garoto era agitado em sala de aula, mas muito amável com os colegas.
Durante o depoimento da professora, Edelvânia Wirganovicz foi impedida de entrar na sala da audiência. O pedido foi feito pela própria educadora, que não quis falar na frente da mulher acusada de participação na morte de Bernardo
Caso Bernardo
Bernando Uglione Boldrini, 11 anos, foi encontrado morto no dia 14 de abril, após dez dias desaparecido. O corpo do jovem estava em um matagal, enterrado dentro de um saco, na localidade de Linha São Francisco, em Frederico Westphalen. O menino morava com o pai, o médico-cirurgião Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e uma meia-irmã, de 1 ano, no município de Três Passos.
O pai, a madrasta e uma amiga dela, Edelvânia Wirganovicz, respondem na Justiça por homicídio quadruplamente qualificado (motivos torpe e fútil, emprego de veneno e recurso que dificultou a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. O irmão de Edelvânia, Evandro, também responde por ocultação de cadáver. O pai de Bernardo ainda é acusado por falsidade ideológica.
 - Atualizado em 08/09/2014 11h22

Bernardo não podia contar o que acontecia em casa, diz professora

Simone Muller foi a primeira testemunha a prestar depoimento